"Be or don´t be."


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2004 October

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Se for beber não dirija. Principalmente submarinos !
10.28.04 (10:44 am)   [edit]


A gente não acredita mas é o álcool que fomenta a criatividade do homem em seus atos mais estapafúrdios. Parece mentira o que ele faz acontecer, mas acontecem.

Que ver só ? Imagine um capitão, bêbado depois de incontáveis Vodcas, comandando um submarino da Real Marinha norueguesa em direção ao porto, em pleno alto mar, ainda, e um navio petroleiro também norueguês a frente dele. O capitão põe a cabeça para fora do navio e aos gritos exige: "Saia de cima ! Seu Hic ! porra ! Sai que eu Hic! num lembro onde Hic! fica o freio !". Enfim, eles colidem.

È, essas coisas acontecem. Essa que serviu de exemplo aconteceu hoje....

Graças a Deus ninguém se feriu. E o bêbado-comandante, ou será comandante-bêbado ?, tomou 2.456.546.789.046 pontos na carteira de navegação. È a vida.....


Gafes de português na internet, os imitões dos meus erros de português :

"Cai diferença entre Marta e Serra
Tucano tinha 51% e agora tem 49%. Marta sobe três pontos, de 37% para 49% das intenções de voto" - Tava hoje lá no site da Tribuna da Imprensa. Que gafe...
 
Nem pense em chamar seu cãozinho de Frederico!
10.28.04 (10:18 am)   [edit]


Isso mesmo. Acabou-se o que era doce. Cão chamado Adolfo ? Não !
Gatinha chamada Mel ? Não ! Periquito chamado Romário ? Não !

Tá P-R-O-I-B-I-D-O, estará na verdade, se o deputado Pastor Reinaldo e seu projeto de lei obtiverem êxito.

O deputado, que penso, não deve ser muito ocupado, propôs uma lei que proibisse os donos de animais a dar nome de gente ("nomes própios comuns às pessoas") para seus bichanos. O figura usou como argumento, acreditem, que o intuito dele com esse projetasso de lei é evitar o constrangimento em encontros entre animais e pessoas que partilhem do mesmo nome... ele ainda cita:

"em especial às crianças em fase de construção de sua identidade e personalidade".

A compaixão dos nossos políticos não tem fim mesmo. Com tanto problema de deixar o cabelo em pé, seca, desemprego, violência, eles ainda conseguem se preocupar com nossas criancinhas e seus traumas nominais.

Não gosto de inferir coisas assim, com poucas provas, mas acho que nesse caso tem lógica. Observem o nome do deputado, "Pastor", acho que ele sofreu um, ou vários quem sabe, traumas durante a sua infância ao ser confundido ou confundir-se com o cachorro do vizinho que na certa era uma Pastor Alemão e pela mais pura falta de criatividade era chamado de "Pastor".

È o Brasil meu "pouvo"(um cartaz na minha cidade do interior preferida estava escrito assim durante as eleições).

Notícia vista no site: http://www.tribunadaimprensa....://www.estadao.com.br/ultimaspdf/noticias/20 04/out/28/98.htm